Conscienciologia :: Nota de Esclarecimento


  Prezado(a) Leitor(a),

  Se você possui interesse na Conscienciologia, talvez já tenha tomado conhecimento de certas acusações publicadas contra este autor. Se as mesmas estiverem corretas, confio um dia ser capaz de admiti-las. Entretanto, até o momento, com toda lógica possível aplicada aos fatos presenciados, considero-as, em geral, mentirosas e incoerentes.
  Me alegra, no presente (março/2013), sinalizar-se maior espaço para reatar diálogo com a comunidade conscienciológica (E-mail, Tertulia 1, Tertúlia 2). Seria desperdício deixar que diferenças não conciliadas predominassem sobre o todo, e não conseguir alcançar frutos satisfatórios de maneira sinérgica com quem se possui tantas coisas em comum. Brigas e ataques pessoais geram apenas derrotados.

  Para seguirmos no caminho do entendimento, precisamos desfazer desentendimentos gerados ao longo da caminhada. Destaco, em especial, os artigos: Carta de Esclarecimento à CCCI sobre o Livro Teáticas da Invexologia, Declaração da Assinvéxis sobre o Livro Teáticas da Invexologia, e Declaração da OIC sobre o Livro Teáticas da Invexologia, sobre os quais não posso simplesmente ignorar ou fingir não existirem. Optou-se por veicular tudo em público, logo, eventuais enganos precisam ser corrigidos também de maneira pública. Assim, apresento minha posição com respeito a estes, nos links a seguir, respectivamente: Carta-Resposta, Comentários aos Coordenadores da ASSINVÉXIS e Comentários ao Coordenadores Gerais da OIC, e disponibilizo este espaço para quem quiser fazer uso da palavra. Considero que estas respostas também ajudam a esclarecer os equívocos presentes no artigo Teáticas do Equívoco.

--

  Cabe ao seu juízo crítico, leitor ou leitora, ponderar sobre o conteúdo exposto neste website. Foge aos objetivos direcioná-lo a escolher em quem concordar. Este site não se autoafirma referência em Conscienciologia e subespecialidades, conclusão que fica a critério seu. As ideias aqui expostas não são imunes a falhas, portanto, a última palavra delego ao discernimento de cada um. Acatar determinada verdade não é requisito para participar deste ambiente.
  A faculdade de revisar as próprias posturas está ao alcance de toda pessoa que aplique, em autocrítica, uma fração, mesmo pequena, da agudez com a qual acusa os outros. Por isso, este aqui é um ambiente para debate, e não para combate. O debate se faz entre amigos interessados em crescimento mútuo; o combate se faz entre inimigos que desejam o silêncio, anulação ou inculcação dos adversários.
  Perdoe-me a exposição de certo modo ríspida. Se eu pudesse, mostraria apenas o aspecto prazeroso e gratificante do trabalho. Ainda preciso erguer algumas grades e concertinas, por minha própria limitação, mas a intenção não é hostil, e a preferência é, tão logo quanto possível, cultivar este jardim com total abertura, acreditando apenas no lado bom das pessoas. Enquanto isso, asseguro-lhe que os portões, aqui, abrem-se de imediato para quem vier em Paz.

Plantemos  a  intercompreensão.  Encorajemos  as  refutações.
Pesquisemos,  sem  dogmas.  Valorizemos  
experiências  pessoais.
Heterocritiquemos  com  
autocrítica.  Discordemos  sem  pelejas.
Dialoguemos  com  
democracia.  Aqui  não  há  donos  da  verdade.

18 comentários:

Jorge Cortes disse...

Olá caro colega da conscienciologia. Acredito que seja o Flávio Amaral, dou-lhe os parabéns pela corajosa publicação a qual tive o prazer de ler, embora tenha tido muita dificuldade em conseguir.

Percebo que tardiamente respondeu as questões colocadas.

Tarde porque muito de sua reputação dentro e fora do CEAEC já fora destruída.

Há um vídeo acerca da questão que levou à náusea diversos estudantes de conscienciologia. Trata-se da difamação e injúria completas ocorridas contra a pessoa de Flávio Amaral em uma tertúlia.

Agora que é declarado implicitamente que o rapaz esmoreceu diante da pressão energética e pensênica, o tal vídeo foi apagado, porém não das consciências das pessoas que foram testemunha do arbítrio e covardia completas.

Houve repúdio massivo às atitudes ocorridas naquele dia no "tertuliário". Este repúdio público também foi apagado junto ao vídeo...

Na tal tertúlia, (que é possível ainda ver por completo no youtube) foi destruída e dissecada a vida do pobre rapaz.
Foi alcunhado de psicopata perigoso, mau-caráter, covarde... foi achincalhado de forma covarde - principalmente por Malu Balona - e também Waldo Vieira.

Fora contado que o rapaz agia assim devido a problemas com a namorada e que foi um "traidor" do grupo, pois publicou material "não autorizado" pelas costas da Editares, material que contraria a ideologia do grupo.

Mas que tipo de ciência é esta na qual há transtorno se algum partícipe discorda, pensa, e tem suas idéias ?

Para que a existência de verbetógrafos, "pesquisadores" e congêneres se todos estes tem apenas que repetir as palavras do mestre e são impedidos de lançar idéias próprias ?

Que ciência é esta sem confirmação experimental, na qual apenas as experiências subjetivas de um são válidas e ao menor sinal de desprendimento o discordante é isolado, humilhado,destruído por seus agora a pouco, "amigos" ?


É fato sólido que os ocorridos em tal tertúlia perpassam os limites da crítica literária para tornarem-se delito penal.
O ocorrido é digno de processo pois foram abertas ao público questões íntimas do ofendido e declarado foi, em público e sem ética, psicopata, por um médico formado com anos de serviços prestados.

Fica cá o meu repúdio ao tratamento dado a Flávio amaral, mas os meus parabéns pela atitude corajosa de publicar seus pensamentos livremente, independentemente, sem coação.
Necessárias são mais pessoas capazes e com coragem de discordar e retirar da nascente, mas também moribunda, conscienciologia o seu caráter religioso e gurulátrico.

Nicolau

Dilson lima amaral disse...

De Dilson Lima Amaral
Cada pessoa tem o direito de acreditar no que quiser. Eu procederia diferente em relação ao convite que lhe fora feito. Simplesmente me afastaria da Comunidade Conscienciológica e não aceitaria o convite para a nova edição do livro. Porque razão? Para romper o quanto antes o aprisionamento consciencial (“inter-prisão”), pois da maneira como o Flávio foi tratado publicamente em uma tertúlia, referente à publicação do seu livro, somente uma consciência atrelada com dívidas estaria disposta a voltar e ainda agradecer. Eis que é pertinente para o caso em questão o que uma entidade de alto nível afirmou: “A morte física, inevitável, colhe todos os seres sencientes e leva-os ao despertar conforme as experiências vivenciadas. Estabelecidas pelos superiores critérios da vida, a ninguém poupa, insculpindo no mundo íntimo de cada qual, os painéis que serão a sua futura realidade, na qual , porém, vinculada às suas realizações íntimas que se exteriorizam, então, elabora o campo vibratório no qual se aprisiona ou se libera, aí recomeçando o processo de crescimento mediante dores ultrizes ou elaborando as asas para ascender aos mundos felizes”.

Fernando Salvino disse...

Flávio,

Este exemplo somente consolida uma nova religião no planeta: O CONSCIENCIOLOGISMO.

O Conscienciologismo é também um movimento ideológico, Movimento Waldista e não apelo aqui para ironia alguma e falo muito seriamente.

Este movimento usa de estratégias de ofensas públicas, a exemplo do lider da seita e do movimento, Waldo Vieira, repressão de sentimentos e percepções do membro do grupo e hipnose, de forma a gerar o fascínio grupal e a dependência religiosa do líder.

Ao leitor, precisa saber, saber mesmo, que a palavra e quem iniciou a Conscienciologia foi o filósofo Miguel Reale e o princípio de descrença formulado por Sylvan Muldoon. As bases já existiam. O que se afirma como Conscienciologia é o Conscienciologismo, o movimento Waldista.

Discursos similares, todos de branco, homens com barba, modo de escrever parecidos e criados pelo líder, e assim vai.

A dissidência de um movimento com este, como foi meu caso, é de fato, um bom movimento em prol de uma ciência verdadeira da consciência.

Abraço!

Aris Graven disse...

Flávio Amaral

Nas prévias do livro suas opiniões pessoas mais experientes deram aval ao livro na editares, porém mudou a temática após este momento e publicou o livro por conta e risco desrespeitando a instituição.

Tendo feito isto de forma premeditada e traindo a confiança de amigos próximos podemos dizer que sua atitude é condenável. O pessoal em peso no Tertuliarium condenou o rapaz, Waldo nem foi um dos mais enfáticos. Claro estavam tocados pela emoção da traição naquela semana então se releve isto.

O ideal em casos como esse é sempre a conciliação a portas fechadas e não lavar roupa suja na internet.

Quanto ao conteúdo do livro Flávio não tinha direito de inovar pois estava tratando de temática já consolidada na teoria que Waldo Vieira trabalhou.


Fazendo parte deste grupo ele deveria primeiramente conhecer e compreender a teoria que Waldo trouxe ao mundo com sua grande habilidade e somente depois com muito mais gabarito pensar em criar algo, e com outra nomenclatura, sem usurpar a criação de outro autor. Neste sentido Flávio também é culpável pois pegou a temática invexis e modificou por conta e risco sem permissão do criador da teoria.

Eu não diria Flávio é um psicopata, eles se excederam, não temos diagnóstico, porém sua atitude foi errada ao adonar-se do trabalho da vida de outrem. A atitude foi culpável se premeditada. O rapaz é jovem, parece talentoso e pode criar sua própria teoria. Tem muito tempo para se redimir e deve evitar conflitos com o CEAEC e sim tentar apaziguar. Ser conflitante pode ser o seu trafar, tome cuidado.

Quanto a Salvino que postou aqui e é blogueiro, tente fazer seu próprio trabalho pois ninguém lhe conhece, seu site é medíocre como de qualquer esquisotérico. Fica em todos os sites da internet e até youtube criticando Waldo e a conscienciologia sempre que pode. Será inveja ?

Um conselho, meu irmão construa sua carreira com seu próprio material que até agora é infantil e nada de novo apresenta em relação ao século 19 e 20.
Não tente se destacar pelas críticas a alguém já destacado, parece uma vedete da mídia em busca de adulação e creia que não merece isto.

Respeitosamente. Maciel.

Fernando Salvino disse...

Maciel,

Um debate é um confronto marcial resquicio das artes marciais, onde se substitui a luta corporal pela pura luta mental e energética.

No seu caso, seus argumentos servem para tentar me derrubar, me diminuir, humilhar e acha que tocar nestes pontos meus vão gerar em mim algum incômodo.

Seus golpes só são golpes para vc. Para mim são ações de um fraco e despreparado.

Aguardo suas críticas aos meus escritos. Vc pode enviar para: fernandosalvino@gmail.com. Mas faça criticas bem feitas e inteligentes, para me ajudar naquilo que escrevo.

Seja feliz meu amigo,

Salvino.

Flávio Amaral disse...

Aris (Maciel), é de rir como você acredita no que lhe dizem lá dentro.
Você diz: "Nas prévias do livro suas opiniões pessoas mais experientes deram aval ao livro na editares, porém mudou a temática após este momento e publicou o livro por conta e risco desrespeitando a instituição." Foi isso que te disseram para justificar por que o Waldo elogiou horrores o mesmo livro que depois atacou? Você é tão crente que nem foi capaz de verificar a informação? Não te falaram o teor do parecer oficial e assinado, do único epicon que avaliou o livro? Bom, veja abaixo na íntegra:
"O livro Teáticas da Invexologia apresenta conteúdo relevante para o desenvolvimento da ciência Conscienciologia. O conteúdo e forma do trabalho estão de acordo com a explicitação do título, assim como a divisão das seções está clara para o entendimento teórico-prático da técnica d ainversão existencial. Especificamente com relação à forma, o livro apresenta inovação nas publicações da Conscienciologia, assim como ousadia por parte do autor, demonstrando dedicação no estudo da ciência, facilmente observável na estruturação da obra, dos capítulos e também no estilo de apresentação das argumentações. Com relação ao conteúdo o livro apresenta temas relevantes ao inversor existencial, sendo de fácil consulta e capaz de gerar reflexões ao interessado em conhecer a técnica da invéxis. Revisões são necessárias para clarear algumas afirmações do autor, porém não comprometem o trabalho. Com isso dou meu parecer favorável a publicação do livro recomendando como obra de referência ao estudo da inversão existencial."
Então cara, esse é o tipo de coisa que a "glasnost" Conscienciológica não tem coragem de expor. E você fica aí acreditando que as mentiras absolutas que te contaram são verdades relativas de ponta. Vocês merecem uns aos outros.

Flávio Amaral disse...

Adorei algumas tiradas do Aris (Maciel) com ar de avaliador sério e racional. Bom, leitores, é um cara desses que, se dedicar um pouco, vai ser professor da Conscienciologia. Que tal? (Entre aspas a fala dele, depois meu comentário)

"O ideal em casos como esse é sempre a conciliação a portas fechadas e não lavar roupa suja na internet." - Sim claro, dois pesos e duas medidas. Isso é o tipo de coisa que ele fala aqui, mas não tem coragem de falar lá para os conscienciólogos quando eles publicam difamações dos outros no youtube.

"Quanto ao conteúdo do livro Flávio não tinha direito de inovar pois estava tratando de temática já consolidada na teoria que Waldo Vieira trabalhou." - Em outras palavras, se quiserem inovar, melhor irem para outro lugar. Lá dentro a inovação é um "direito" que precisa ser autorizado pelo chefão.

"Fazendo parte deste grupo ele deveria primeiramente conhecer e compreender a teoria que Waldo trouxe ao mundo com sua grande habilidade e somente depois com muito mais gabarito pensar em criar algo, e com outra nomenclatura, sem usurpar a criação de outro autor. Neste sentido Flávio também é culpável pois pegou a temática invexis e modificou por conta e risco sem permissão do criador da teoria." - Novamente a questão da permissão, e de quem pode ou não escrever o quê. Por sinal, o cara nem foi capaz de ler o livro. A fala dele mostra isso? Só frases de efeito para impressionar quem tem preguiça de investigar com cuidado.

"Eu não diria Flávio é um psicopata, eles se excederam" - Até que em fim, mas isso parece não significar muito, foi só um "detalhezinho" na fala do Aris, que continua... "PORÉM sua atitude foi errada ao adonar-se do trabalho da vida de outrem."

"O rapaz é jovem, parece talentoso e pode criar sua própria teoria. Tem muito tempo para se redimir e deve evitar conflitos com o CEAEC e sim tentar apaziguar. Ser conflitante pode ser o seu trafar, tome cuidado." - Ele não raciocina que eu pulei fora depois de ver o conflito que criaram lá dentro. O conflito está lá na Tertúlia, e como vem se vê, conscienciólogos sabem muito bem criar conflitos. Mas na cabeça deste internauta, eles batem e eu vou pedir desculpa e me redimir. Vai pro Paquistão cobrar das mulheres estupradas que peçam desculpas ao estuprador e aos parentes por sujarem o nome da família. Mas me inclua fora dessa.

Flávio Amaral disse...

Obrigado Jorge e Fernando pelo apoio!
Desculpem não ter respondido antes.
Parece que depois do impacto inicial, pelo menos, consigo crescer. Como disse um amigo certa vez, a CLG dá duas alegrias: uma quando você entra, outra quando sai. No primeiro ano fiquei sem chão, até ir organizando quem eu era e formando uma identidade de "ex-membro". Hoje não troco esta nova vida por nada. Me sobra tempo para fazer o que gosto e estudar o que me inspira, sem ter que me desdobrar para comparecer a reuniões burocráticas intermináveis ou a tertúlias repepepetititivas. Me sobra dinheiro (nem tanto hehe) sem culpa de não estar comprando livros que são basicamente confissões de fé, um atrás do outro, ou sem me sentir culpado de não estar doando para ajudar a CLG a crescer, ou me sentir frustrado de não conseguir "me atualizar" das "novidades" do mais novo curso lançado. Me sobra tranquilidade e espaço mental para saber que posso tomar iniciativas e pensar livremente, sem ter medo do receber alguma reprimenda de um superior hierárquico, ou de algum conscienciochato ir correndo contar e choramingar pro papai-barbudo.
A Conscienciologia se fragiliza, no longo prazo, ficando queimada perante o público, o que é uma pena inclusive para nossos colegas internacionais da IAC, que tentam fazer um trabalho mais aberto e interativo. Como se não bastassem, são alvos de fofocas covardes "made in Foz". Tomara que consigam superar a barra.
Bom, até a "ex" do WV parece que "viu a tempo" e caiu fora dali. Podemos dizer que as coisas ficaram mais "sem graça" para eles agora (com o perdão do humor negro, não me culpo mais por não ser santo). Estou feliz por ela, embora possa ser complicado no início. Por mais que viver em cativeiro seja confortável, a liberdade é um desafio que compensa.
Um grande abraço!

Valmir Brito disse...

Há 20 anos quando conheci o IIPC foi por pesquisadores que nem se quer criaram raízes, porque perceberam a neo religião que estava se firmando.
Depois de assistir a caça as bruxas em forma de "tertúlia" ficou claro pra mim a visão de conjunto que aqueles pesquisadores tinham naquela época.
Eu inclusive cheguei a enaltecer a proposta do Ceaec, eles riram e disseram que issso era comum aos "messias" que se isolam etc.
Se alguém souber de debates que os fiéis de CLG participaram, que defenderam fora de seu sítio, por favor me indiquem, serei grato.
O guru deles se senta e desce o sarrafo em tudo e todos em seu trono, esbraveja pra irem até o coliseu discutir?
É muita neo cara de Pau!

al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Flávio Amaral disse...

Ótimo que blogueiros como este "al.mor" ajudem a confirmar o nível de fanatismo dos simpatizantes. Começam não tendo coragem de mostrar a cara. Depois acreditam piamente na versão oficial, como perfeitos crentes. Por fim, mostram sua verdadeira face absolutamente belicosa. O pessoal "foi brando" segundo ele. Conseguem imaginar o tipo de mente que pensa uma animalidade dessas? Bom, entre os admiradores da Conscienciologia ele não é o primeiro. E aí "al.mor", que tal um hangout público e civilizado? Você teria capacidade psicológica para isso?

al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Flávio Amaral disse...

Mais um printscreen para minha coleção. Aliás vários, já que esse "al.mor" escreve seus comentários todo alterado pra depois re-editá-los, e em duas semanas apagou dois dos seus próprios posts. E última vez que perco tempo com ele.
Ei "al.mor", você está escrevendo em momentos de raiva e depois se dá conta das bobagens? Não aguenta nem deixar os próprios comentários publicados (isso que está escondido por trás do anonimato).
Cara, o seguinte:
(1) não venha mais falar comigo enquanto não revelar sua identidade, pois um cara que usa anonimato, ou está com medo ou sabe que está fazendo coisa errada. Ou então me mostra alguma coisa que você escreveu com mais de 3 páginas pois, sinceramente, me parece que escrita e intelectualidade não é bem o seu ofício, mas uma ferramenta que você descobriu recentemente para despejar suas raivinhas e frustrações.
(2) não venha dizer que fiz isso por que tenho "problemas com mulher" ou qualquer outro dos seus subterfúgios para desviar o assunto. Por sinal, não deixe sua mulher vir falar comigo pois garanto que ela não vai querer voltar pra você. Um cara que só sabe conversar mascarado, armado até os dentes e dando golpe baixo... que companhia deprimente você deve ser.
(3) obrigado por confirmar mais uma vez que Waldo cria seguidores acríticos, pois me mandar passar no psiquiatra só mostra a sua própria perturbação, a sua falta de criticidade para com o que foi feito na tertúlia, a sua noção extremista e fanática de apoioar o Waldo no uso arbitrário do próprio juízo, a sua credulidade em colocar os valores do seu ídolo acima de noções básicas de justiça.
(3) volte para o seu altar, pois Conscienciologia para você é um altar. É uma coisa para ser adorada e onde está o seu nome nessa história? Adorar uma coisa que você acha sensacional não te faz nem um pouco melhor. Seu presente-futuro é imitar esses evangélicos radicais que atiram pedra em quem - na tosca visão de mundo deles - faz pacto com o Diabo. Pelo menos assim você se sente "herói" de alguma causa.

al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
al.mor disse...
Este comentário foi removido pelo autor.